sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Agravos de instrumento: cai o número de recursos após exigência de depósito

27/01/11 - 08h43

Os números são inequívocos: tanto no Tribunal Superior do Trabalho quanto nos Tribunais Regionais do Trabalho, verifica-se uma expressiva redução na quantidade de agravos de instrumento, desde que passou a ser exigido o recolhimento de depósito para esse tipo de recurso. A movimentação da Justiça do Trabalho (TST e TRTs) indica uma redução de 33.836 processos no segundo semestre de 2010, comparativamente ao primeiro semestre. Apenas no TST, foram 15.570 recursos a menos, enquanto que nos Regionais, a redução atinge o total de 18.266.

Para o presidente do TST, ministro Milton de Moura França, os números expressam o acerto da iniciativa em alterar o dispositivo da CLT, para exigir o depósito recursal, em agravo de instrumento na Justiça do Trabalho, como pressuposto de sua admissibilidade. O depósito, a cargo do empregador condenado em parcela de natureza pecuniária, corresponde a 50% do valor do recurso que teve denegado seu prosseguimento (Veja os valores).


Aprovada em 29 de junho de 2010, a Lei 12.275 entrou em vigor no dia 13 de agosto, e, desde então, o Tribunal começou a verificar a tendência de decréscimo: o número de agravos caiu, inicialmente, de 13.290 em julho para 7.938 em agosto – e daí para frente, a redução se manteve, até chegar aos 5.348 registrados em dezembro de 2010.


O objetivo da lei, aprovada a partir de proposição do TST, é impedir o uso abusivo do agravo de instrumento, pois se verificou a utilização frequente desse recurso com intuitos meramente protelatórios, gerando efeitos perversos tais como o adiamento do pagamento de direitos trabalhistas e a indesejável sobrecarga dos Tribunais Regionais do Trabalho e, em especial, do TST, na medida em que prejudica o mais rápido julgamento de outros processos. Um dos indicadores desse caráter protelatório é o fato de que apenas 5% dos agravos de instrumento são acolhidos.


Fonte: TST

Ministra do Planejamento considera legítimo reajuste dos servidores do Judiciário Federal

BRASÍLIA – 27/01/10 - A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, avaliou nesta quarta-feira [26], como legítimas as reivindicações salariais pleiteadas por servidores do Judiciário Feral. Segundo matéria publicada na Agência Brasil [veículo do sistema Empresa Brasil de Comunicação, do governo federal], Mírian teria afirmado, entretanto, que é preciso ter 'um pé na realidade'.

Na terça-feira [25], técnicos do Supremo Tribunal Federal [STF] afirmaram que, diferentemente do que vem sendo divulgado, o aumento almejado não é de 56% e, sim, de 31%.

Miriam já havia dito que o aumento de 56% demandado para os servidores do Judiciário seria 'bastante significativo'. Seu antecessor, Paulo Bernardo, atual ministro das Comunicações, chegou a classificar o pedido de 'delirante'.

Fonte: Agência Brasil

Jornal de Brasília: Pressão total no Judiciário


Servidores querem um reajuste de 31% reclamam da evasão no setor Se por um lado, a política de contenção de gastos da presidente Dilma Rousseff deve afetar pouco as verbas destinadas ao Judiciário em 2011, uma vez que o Orçamento não tem sobras e é feito com base na execução do ano anterior, por outro a austeridade fiscal pode dificultar a aprovação do reajuste dos servidores do Judiciário em 56%, pleiteada desde 2009 por meio de projeto de lei. Entretanto, técnicos do Supremo Tribunal Federal (STF) afirmam que, diferentemente do que vem sendo divulgado, o aumento não é de 56% e, sim, de 31%. Em sua primeira entrevista após assumir o Ministério do Planejamento, a chefe da pasta, Miriam Belchior, afirmou que o reajuste de 56% demandado para os servidores do Judiciário seria "bastante significativo". Seu antecessor, hoje ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, chegou a classificar a demanda de "delirante" no ano passado. Apesar de o impacto anual continuar em R$ 7 bilhões, técnicos afirmam que a porcentagem divulgada antes não representa o aumento médio. O índice de 56% não é linear, não incide sobre as tabelas salariais dos cargos em comissão, das funções comissionadas, e sobre as vantagens decorrentes da incorporação de quintos, congeladas após serem extintas em 1998 pelo FHC", explica o diretor do STF, Alcides Diniz. SUBSÍDIOS Segundo ele, o presidente do STF, Cezar Peluso, não conversou com a presidente Dilma Rousseff sobre o reajuste. Uma reunião deve ocorrer em fevereiro. Ele diz que, assim como nas negociações com o ex-presidente Lula, Peluso admite escalonar o aumento. Mas só aceitará que os vencimentos se tornem subsídios (salário recebido em uma parcela) se houver política que instale o sistema nos Três Poderes. No ano passado, servidores do Judiciário entraram em greve pelo aumento salarial, mas o governo disse que ele não poderia ser concedido em 2010 porque não havia previsão no Orçamento. Em julho de 2010, Lula teria afirmado a Peluso e ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ricardo Lewandowski, que o debate sobre o reajuste ficaria para após as eleições, uma vez que queria discutir o impacto da medida com o sucessor. A demora na aprovação do reajuste preocupa gestores devido à evasão de funcionários. Segundo o STF, entre as 186 vagas que surgiram de maio de 2008 a dezembro de 2010 no tribunal devido à rotatividade, 139 foram pela preferência do servidor por tomar posse em outro cargo público. Um dos argumentos para explicar a evasão é a diferença entre os salários iniciais nas carreiras dos Três Poderes. Segundo o STF o salário inicial em carreiras do Executivo pode chegar a R$ 14,9 mil; no Legislativo, a R$ 26 mil; enquanto no Judiciário, o inicial máximo é de R$ 10,2 mil.. SAIBA + As principais baixas estão na informática, nas áreas de sistemas de informação e tecnologia da informação. As baixas acontecem na hora em que o STF investe na digitalização de processos e integração entre os tribunais. O levantamento aponta que no cargo de analista judiciário, das dez vagas que surgiram no STF no período, sete foram pela saída de servidores para ocupar o mesmo nível em locais como Ministério do Planejamento, TCU, Senado e Câmara dos Deputados, entre outros.
 
Fonte: Jornal de Brasília

Forma inusitada de tocar

Canon in D on glass harp

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Marcongekson da Silva

Deu em Ancelmo Gois

Michael Jackson

Veja como o Brasil é o país dos nomes estrangeiros e... dos erros de grafia nos cartórios.

Um inscrito no vestibular da Universidade Estadual de Ponta Grossa, PR, atraiu a atenção dos organizadores.

É... Marcongekson da Silva.

Previsão de inverno rigoroso para Mossoró preocupa

Depois de causar centenas de mortes no Rio de Janeiro e deixar milhares de desabrigados, o inverno rigoroso preocupa as autoridades do Rio Grande do Norte.

Primeiro, as fortes chuvas causaram alagamento em Natal e vários municípios do Rio Grande do Norte, provocando inclusive a destruição de um trecho da BR 101, que liga os Municípios de Parnamirim e Natal.

Nas últimas horas, as chuvas intensas deixaram cerca de 600 desabrigados na cidade de Jucurutu.

Quanto a Mossoró, as previsões são de um inverno acima da média histórica.

Matéria publicada no Jornal Correio da Tarde trás entrevista com o professor José Espínola Sobrinho, da UFERSA, informando que a média de 700 milímetros, no peródo de janeiro a maio, deve ser superada.


Já o portal Nominuto.com informa que a Defesa Civil de Mossoró agendou reuniu para o dia de hoje para discutir medidas preventivas.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Primeira série de estudos do Ministério aos Casais da Igreja Batista Regular da Fé (Alto de São Manoel) em 2011

Tema: Como ensinar aos filhos o caminho do Senhor
             Dia 29/janeiro:    Ensinando pelo exemplo - Preletor: Pr. Alexandre

             Dia 05/fevereiro: Impondo limites - Preletor: Gilson Galdino


             Dia 12/fevereiro: Derrubando as barreiras da comunicação - Preletor: Pr. Alexandre


Local: Quadra do Instituto Educacional Sementes - Rua Genésio Xavier Rebouças - Planalto 13 de Maio

Horário: 20:00 hs

Soluções interessantes contra o furto de veículos

Do Portal R7










segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Parabéns a Vanessa Karla

Nossos parabéns a Vanessa Karla pela aprovação para cursar Ciências Contábeis, na UERN.





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Retiro de Carnaval – Igreja da Fé

Tema: Vaso nas Mãos do Oleiro
Dias: de 5 a 8 de Março
Local: Acampafé em Morro Pintado
Preço: R$ 50,00 (Cinquenta Reais) - não inclui o transporte ônibus
Vagas: 400 vagas
Contato: 3312-2699

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

R$ 36 milhões teriam evitado 750 mortes e muito prejuízo

O noticiário nacional revela hoje algo surpreendente e revoltante.


Se tivesse sido feito um investimento de R$ 36 milhões no sistema de radares para monitorar as chuvas todas aquelas vidas poderiam ter sido salvas.

A revelação é do secretário demissionário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência e Tecnologia, Luiz Antônio Barreto de Castro.

Segundo o secretário “O Rio de Janeiro sabia que a chuva ia acontecer. O radar disse que ia acontecer, mas não tinha um sistema, e o radar ficou com aquilo [a informação] na mão, que não foi pra lugar nenhum”.

Ele ainda faz uma alerta muito importante: “Se gastarmos R$ 36 milhões ao longo deste ano, no ano que vem não morre ninguém. Não é uma coisa mágica. A pessoa fica olhando os radares, vê a quantidade de chuva que está caindo e fala para a Defesa Civil: ‘tira as pessoas de lá’”, disse.

Fica o alerta: se não houver o investimento e acontecerem mortes, os culpados devem responder civil e penalmente.

Um detalhe curioso da questão é que não foram investidos R$ 36 milhões e agora o governo federal teve que editar uma medida provisória que liberou R$ 780 milhões para as vítimas das chuvas na região Sudeste.

Veja como funciona a política: porque não investiram 36 milhões agora vão ser gastos 780 milhões e ainda morreram 750 pessoas, além de milhares que ficaram desabrigadas.

Censura?


Sai a notícia de que, em virtude de decisão liminar da 3ª Vara Cível de Mossoró, o SINDISERPUM está obrigado a retirar um outdoor em que critica a ausência de alguns vereadores à sessão em que deveria ser votado projeto de interesse dos servirores municipais.

Ficam as perguntas: qual a ilegalidade da conduta do sindicato?

Note-se que o art. 5º, IV, da Constituição Federal assegura a liberdade de manifestação do pensamento, vedando tão-somente o anonimato.

Já o inc. V do mesmo artigo da CF assegura o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem.

Não há anonimato, pois a peça indica claramente a autoria do sindicato e também não vejo ofensa. Mas, de toda maneira, deveriam os senhores edis buscar indenização por eventuais danos morais ou à imagem.

O episódio revela a nossa falta de cultura de exercer cidadania, cobrando dos nossos políticos pelo que fazem. Ou não fazem.

Se os vereadores decidiram não comparecem à sessão na Câmara, que arquem com as consequências e não se escondam, argumentando uma suposta exposição.

E a Justiça deveria evitar que a lei seja usada para amparar pretensões manifetamente ilegítimas.

Crise? Que crise?

Em seu blog, o jornalista Carlos Santos destaca que, em meio à crise no Estado do RN alardeada pela Governadora Rosalba Ciarlini e seus assessores, a prioridade é...

...o carnaval.

O jornalista destaca que o governo do estado atendeu ao pedido do Deputado Estadual Vivaldo Costa (como político gosta de fazer festa) e garantiu o valor de R$ 100 mil para o carnaval de Caicó.

Será que o deputado pediu dinheiro para saúde, educação, segurança, etc?

Enquanto libera dinheiro para o carnaval de Caicó, retém valores descontados dos contracheques dos servidores a título de empréstimo consignado e para a ADUERN.

Pode?

Não pode.

Mas enquanto a população não acordar, são esses os políticos que vamos eleger.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

STF provoca confusão com suplentes

Decisão tomada no ano passado abre dúvida sobre quem assumirá como deputado no lugar daqueles que saíram para ser secretários ou ministros. A decisão do Supremo pode modificar um critério que é usado há décadas.

Em dezembro do ano passado, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) determinaram que a Câmara dos Deputados empossasse o primeiro suplente do partido, e não da coligação, no lugar do ex-deputado Natan Donadon (PMDB-RO), que havia renunciado ao mandato. A decisão, em caráter liminar, instalou dúvidas jurídicas e suscitou críticas ao STF. Isso porque pode modificar a composição das bancadas federais, já que pelo menos 41 parlamentares se licenciarão para assumir secretarias e ministérios.

Se prevalecer a decisão do STF, as vagas serão preenchidas de uma forma diferente da que a Câmara vem usando há cinco décadas. Um critério que está sendo usado agora, para empossar suplentes que entram nas vagas dos atuais parlamentares, como, por exemplo, o deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP), que assumiu o Ministério da Justiça. 

Um detalhe interessante nessa decisão quanto ao Rio Grande do Norte.

Pelo critério anterior, a vaga deixada pelo deputado federal Betinho Rosado (DEM), que foi para o secretariado estadual, seria de Rogério Marinho (PSDB), primeiro suplente da coligação com 105.422 votos.


Com a decisão do STF, a vaga passaria para um candidato do DEM, porém o partido teve apenas 2 candidatos nas últimas eleições, o próprio Betinho Rosado e Felipe Maia, ambos eleitos.


Ou seja, o DEM não tem suplente do próprio partido

Caos na educação. Tragédia que não choca.


Nos últimos dias todos temos ficado chocados com os problemas que enfrentam os moradores das cidades do Rio de Janeiro atingidas por chuvas que deixaram centenas de mortos e milhares de desabrigados.

Os fatos agudos, que deixam várias pessoas feridas ou mortas de uma só vez, têm o poder de provocar essa reação.

Entretanto, precisamos despertar também para tragédias crônicas que enfrentamos, tais como na educação, na saúde, etc, que embora não tenham o poder de matar instantaneamente, fazem isso aos poucos.

Às vezes não tiram a vida, literalmente, mas sonegam ao cidadão o direito à dignidade, à cidadania, assegurados constitucionalmente.

Matéria de hoje do Correio da Tarde sobre a Escola Estadual Francisco Antônio de Medeiros, localizada no Bairro Belo Horizonte em Mossoró, mostra o ambiente de horror.

A placa na entrada da escola está prestes a cair e pode machucar alguém.

Segundo a reportagem, dos três banheiros, apenas um funciona. A descarga nos sanitários é feita com balde.

Nas salas de aula faltam cadeiras e ventiladores e já não há janelas. A diretora explica que os ladrões entram e roubam tudo.

Quanto às cadeiras, a diretora explica que, como não são suficientes para todos os alunos, é preciso fazer um revezamento. E o pior é que muitas delas foram quebradas pelos próprios alunos.
 
Segundo a diretora, a Escola Estadual Francisco Antônio de Medeiros não tem secretário, porteiro e faltam professores. "Aqui eu faço de tudo um pouco. Na hora de receber os alunos fico no portão, quando precisa ajudo na secretaria e ainda tenho que dar uma força na cozinha, por que o número de funcionários é pequeno para a nossa demanda. Fechamos o ano de 2010 com 747 alunos matriculados. Sem falar na falta de professores. Somente em 2010 tínhamos um déficit de três professores. Não tenho vergonha de dizer que precisamos de ajuda", clamou a diretora.

Diante desse quadro, ficam perguntas: Porque a sociedade não reage? A quem interessa esse caos no serviço público? Onde estão os políticos que se elegem prometendo melhorias? Onde estão as lideranças comunitárias que não mobilizam a população?

São perguntas que me faço diariamente mas que ainda estão sem resposta.

Pedro Simon manda a ética às favas

Personagem de discursos inflamados na tribuna do senado em favor da ética, ex-governador do Rio Grande do Sul , o senador Pedro Simon (PMDB-RS) requereu aposentadoria em novembro de 2010, 20 anos depois de ter deixado o cargo.
Segundo Josias de Souza, colunista da Folha de São Paulo, a aposentadoria agora recebida por Simon é de R$ 24,1 mil mensais.

Quanto tempo de serviço para fazer jus à aposentadoria polpuda?
 Quatro anos.

Isto mesmo, para ter direito à aposentadoria o senador precisou apenas exercer o cargo de governador do RS no período de 1987-1990.

A discussão sobre o assunto não é nova. Em 2007, o STF considerou ilegal a aposentadoria de Zeca do PT (MS).

Fonte: Blog do Josias

Marina terá instituto com foco em evangélicos

Deu na Folha de São Paulo

A ex-presidenciável Marina Silva (PV) prepara o lançamento de um instituto com seu nome, dedicado a ações de educação ambiental e formação política. Ela disse a aliados que a entidade terá foco no público evangélico, uma de suas principais bases eleitorais na campanha do ano passado. O projeto é tratado internamente como uma espécie de ponto de partida na construção de uma nova candidatura ao Planalto em 2014.
A intenção da verde, segundo aliados, é usar a ONG para "politizar" fiéis e se manter em evidência no segmento evangélico, que já representa 25% dos brasileiros. Como o mandato dela no Senado termina dia 31, o plano é acelerar a criação do instituto para evitar um afastamento dos eleitores.

Paulo Maluf e o curioso caso do dinheiro sem dono

A Justiça da Suíça decidiu prorrogar o bloqueio de uma conta que seria do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) e estaria em uma conta no nome de Lygia Maluf, filha do deputado.
O valor bloqueado, em 2001, é de US$ 13 milhões ou R$ 21,8 milhões.
Suspeita-se que se trata de dinheiro desviado da prefeitura de São Paulo.

Levantamento feito pelo repórter Mario Cesar Carvalho, da Folha de São Paulo, contabiliza em US$ 140 milhões a fortuna enviada por Maluf para fora do país e está bloqueado em bancos nas Ilhas Jersey, na Suíça, em Luxemburgo e na França.
O curioso da história é que os advogados de Maluf alegam que este não tem dinheiro depositado no exterior.

Daí fica uma perguna no ar.

Se Maluf diz que o dinheiro não lhe pertence, porque constituir advogados para contestar o bloqueio?

Ministros e procuradores do TCU, órgão de fiscalização, são denunciados

Retrato do meu Brasil varonil.

O TCU - Tribunal de Contas da União é um órgão auxiliar do legislativo, responsável pela fiscalização do uso do dinheiro público.

Agora, ministros e procuradores do TCU são denunciados por uso indevido do dinheiro público.

O TCU tem uma cota de passagens aéreas que, teoricamente, serviriam para fiscalização de obras.

Segundo a denúncia, entretanto, os ministros e procuradores usam dinheiro público quando viajam, na maior parte das vezes, a seus Estados de origem.

E mais. O final de semana dessas autoridades têm 5 dias.É que as sesseões do TCU acontecem às terças e quartas. O restante da semana, em tese, é dedicada principalmente à análise dos processos, as os integrantes do TCU aproveitam para viajar, para seus Estados, utilizando dinheiro público.

Segundo a Folha de São Pauo, os registros das passagens mostram que era comum para 11 das 13 autoridades que usaram a cota saírem de Brasília na quarta ou quinta e só retornarem na terça.

Confusão jurídica em Pendências

Câmara de Vereadores cassa o prefeito e empossa o vice, mas Justiça mantém prefeito no cargo.

O vice-prefeito foi empossado pela câmara, mas o prefeito Ivan Padilha, que teve o mandato cassado pela Câmara de Vereadores, continua na prefeitura.

O desembargador Vivaldo Pinheiro suspendeu o processo de cassação e determinou a suspensão da sessão da Câmara  Municipal, mas esta acabou acontecendo porque os vereadores afirmaram que o legislativo tinha prerrogativa para realizar a sessão e cassou o prefeito.

E no meio desse turbilhão os cidadãos ficam sem saber como ficarão os serviços públicos.

Clovis Ciarlini, pai da Governadora Rosalba Ciarlini, foi sepultado em Natal

Morreu nesta terça-feira (18/01), Clóvis Monteiro Ciarlini, pai da governadora do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini (DEM). O velório e sepultamento ocorreu na tarde de ontem no cemitério Morada da Paz, em Emaús.

Clóvis Ciarlini tinha 87 anos e morreu em sua própria residência.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Humor

Irresponsabilidade em jet ski causa morte de turista numa lagoa no Rio Grande do Norte

Greve dos juízes à vista?

A Associação dos Juízes Federais convocou para o dia 24 de março uma assembléia geral extraordinária para decidir qual medida vai tomar em defesa da categoria. Os magistrados decidirão nas unidades de Brasília e nos estados se entram em greve, fazem uma paralisação ou adotam outra medida por causa da falta de reajuste dos salários dos juízes.
A Ajufe queixa-se também do fato de o Judiciário ainda não ter cumprido uma decisão do CNJ que reconheceu o pagamento simétrico de benefícios entre magistrados e membros do Ministério Público.
Só para lembrar: a greve de juízes, por se tratar de um serviço essencial à sociedade, é tida como inconstitucional.
Por Lauro Jardim